Victor Massaki é o mais novo integrante do squad Philips
Massaki representa esse movimento com consistência. E quando esse tipo de trajetória vira referência em campanhas, parcerias e ativações, o recado chega para mais gente: dá para crescer mantendo a identidade, sem apagar a origem e sem trocar a linguagem por um personagem.
São Paulo, janeiro de 2026 – A Boombeat, destaque entre os lançamentos da Philips Áudio e Vídeo em 2025, passa a ser a caixa de som oficial de Victor Massaki. O rapper, que entrou para o squad fixo da marca, construiu sua trajetória no freestyle, nas batalhas e nas rimas ao vivo em vagões de trem, até ter vídeos viralizados e se firmar como um dos nomes mais respeitados da rima no país.
“Foi uma escolha muito acertada para comunicar nossa linha de áudio e vídeo. Massaki fura bolhas e leva a cultura do hip hop para muitos. Com certeza, sua música e seu carisma alcançarão ainda mais fãs em 2026. Estamos muito satisfeitos com a parceria”, afirma Bruno Morari, diretor de Marketing e Produtos da Philips.
Da rima no vagão ao reconhecimento nacional
A história de Victor Massaki é um retrato direto do caminho que muitos artistas independentes percorrem no Brasil: começar onde dá, com o que tem, e transformar o espaço público em palco. Ao longo dos anos, ele levou sua arte para vagões, praças e rodas de freestyle, ganhou respeito nas batalhas e ampliou o alcance com vídeos que circularam com força nas redes.
Nos lançamentos autorais, Massaki reúne letras pessoais e reflexivas, mantendo o foco no que sempre sustentou sua linguagem: presença, narrativa e a conexão com quem vive o corre de verdade. Seus números em plataformas e redes sociais mostram alcance, mas o ponto central do fenômeno Massaki segue sendo a rua como escola e o improviso como assinatura.
Freestyle é linguagem e também ferramenta
O freestyle não é só “prova de talento”. É treino de repertório, improviso de raciocínio, disputa de ideias, e também um jeito de ocupar espaço em um país que historicamente empurra artistas periféricos para fora do centro. Quando um MC consegue transformar um vagão em palco e a roda de rima em vitrine, ele está construindo cultura com o que está ao alcance, sem romantização, mas com realidade.
A parceria com a Philips acontece justamente nesse cruzamento: um artista que nasceu no improviso e uma marca que escolhe se comunicar com o público a partir de alguém que tem credibilidade na cena. O resultado, em teoria, é simples: mais visibilidade para um nome que já tem relevância, e mais atenção para uma cultura que forma artistas antes mesmo de formar carreiras.
A visão da West Side: fortalecer quem sustenta a cena
Na West Side, a régua é clara: artista independente precisa de espaço, não de promessa. A cena é construída por quem aparece em batalha, por quem grava no tempo que dá, por quem circula com som no braço e repertório na cabeça. Freestyle de rua e batalha de rima não são “porta de entrada” menor. São parte do alicerce do rap.
Massaki representa esse movimento com consistência. E quando esse tipo de trajetória vira referência em campanhas, parcerias e ativações, o recado chega para mais gente: dá para crescer mantendo a identidade, sem apagar a origem e sem trocar a linguagem por um personagem.
Sobre a Philips Áudio e Vídeo (TPV)
A operação da Philips Áudio e Vídeo no Brasil é conduzida pelo Grupo TPV, empresa com atuação no setor de eletrônicos, produção e distribuição no país, incluindo linhas de monitores, TVs e áudio sob licença da marca, além de atuação em regime OEM para outras marcas.
Comentários (0)