DIGITAL FAVELA lança ecossistema de mídia para o mundial de 2026 com foco nas periferias
Hub integra dados, mídia nativa e ativações presenciais para alcançar 174 milhões de brasileiros que vivem em territórios periféricos
São Paulo, Brasil - fevereiro de 2026 - Com a aproximação do Mundial de 2026, a Digital Favela anuncia o lançamento de um ecossistema de mídia voltado às periferias brasileiras. A proposta combina inteligência de dados, mídia nativa e experiências presenciais para acompanhar a jornada de consumo de 174 milhões de brasileiros que vivem nesses territórios.
O projeto é fundamentado em dados do Data Favela, segundo os quais 71% dos moradores de comunidades afirmam confiar mais em mídias locais do que em canais tradicionais. Durante o período da competição, categorias como snacks, bebidas e eletrodomésticos tendem a registrar aumento de consumo. De acordo com a Data Makers, 72% dos consumidores afirmam que o evento impulsiona as compras.
Segundo Clarissa Crisóstomo, COO da Digital Favela, a proposta é conectar marcas ao território de forma contextualizada. “Nosso objetivo é permitir que as marcas vivam o Mundial junto às periferias, com legitimidade e impacto real”, afirma.
A estratégia é composta por frentes de atuação que combinam presença física e digital. “Criamos um ecossistema que acompanha o torcedor da viela ao feed, integrando dados, mídia e experiência”, diz Clarissa.
Entre as iniciativas está o Favela Mob, com unidades móveis equipadas com telões de LED para exibição das partidas em áreas de grande circulação, com foco em trabalhadores que não podem interromper a rotina durante os jogos.
Outra frente é o Favela Fest, festival realizado em campos de várzea, com programação cultural e transmissões gratuitas voltadas às famílias das comunidades.
O ecossistema também inclui squads de criadores periféricos, descritos como “comentaristas da quebrada”, responsáveis por produzir conteúdo digital com linguagem alinhada ao público local. “A presença de criadores que já fazem parte do território fortalece a identificação e reduz as barreiras da publicidade tradicional”, afirma a executiva.
A estratégia prevê ainda ações como grafites temáticos e apoio às tradicionais ruas decoradas durante o torneio.
“O Mundial é um momento de mobilização cultural nas periferias. Queremos que as marcas participem desse movimento de forma estruturada e com geração de legado para os territórios”, diz Clarissa.
Sobre a Digital Favela
A Digital Favela é a primeira empresa do mundo especializada em mídia e influência dentro dos territórios periféricos. Com uma rede ativa de mais de 50 mil criadores e 110 mil faces de OOH e DOOH espalhados por todo o Brasil, conta também com a presença internacional em 17 países — incluindo Angola, Colômbia e Portugal —, conecta marcas a vozes autênticas e espaços não óbvios de mídia em favelas e periferias, entregando relevância cultural e impacto real.
O grande foco é a cobertura periférica por meio de soluções de influência nativa e mídia fora do lar (OOH) estáticos e digitais, com formatos que se integram ao cotidiano da quebrada, do feed ao beco. Através de inteligência cultural, dados proprietários e presença local, oferece acesso direto a um público que representa 74% da população brasileira e movimenta mais de R$ 1,7 trilhão por ano, segundo a pesquisa Data Favela / Instituto Locomotiva.
Comandada por Celso Athayde (chairman) e Guilherme Pierri (CEO), e pelos CCOs Tiago Trindade e Felipe Branquinho, a Digital Favela já atendeu marcas como Meta, TikTok, Uber, Itaú, Santander, Claro, Ambev, Nestlé, O Boticário, Bayer, Reckitt e Casas Bahia. Mais do que mídia, entrega presença — conectando marcas à vida real dos territórios.
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